https://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/issue/feedRevista Diálogos em Saúde Pública2026-09-14T16:34:10+00:00Núcleo de Inovação, Pesquisa e Extensão - NIPE ESPRN dialogosesprn@gmail.comOpen Journal Systems<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>Revista Diálogos em Saúde Pública</strong> (RDSP), ISSN 2965-0518, é a Revista da <strong>Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Norte</strong>, que tem por finalidade a publicação de artigos em Saúde Pública e em Educação nas áreas de interesse para o Sistema Único de Saúde (SUS). </span></p>https://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/article/view/227Reconfigurações institucionais na educação técnica em saúde: transformações nas escolas técnicas do SUS e seus impactos no Rio Grande do Norte2026-07-23T10:38:42+00:00FRANCISCO MAXWELL CARVALHO DA SILVAcarvalhomaxwell95@gmail.comDaniella Mylena Paiva de Oliveira Costadanijuanjg@gmail.comIlanna Karoline de Andrade Cândido Guedesilanna.candido90@gmail.comMarcelo Mafort de Oliveirasesap.marcelo@gmail.comMaria Carlézia de Carvalho Alvescarleziaalves@gmail.comSheila Saint Clair da Silva Teodosiosaintclairenf@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">A educação técnica em saúde constitui um elemento estratégico para a consolidação do Sistema Único de Saúde, especialmente no que se refere à qualificação dos trabalhadores de nível médio. Nesse contexto, as Escolas Técnicas do SUS e centros formadores desempenham papel fundamental na formação profissional e na organização do trabalho em saúde. O estudo tem como objetivo analisar as políticas de educação técnica em saúde, com foco nas reconfigurações institucionais dessas escolas, a partir de um recorte no estado do Rio Grande do Norte. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com abordagem qualitativa, associada à análise documental de políticas públicas, normativas institucionais e produções acadêmicas sobre o tema. Os resultados evidenciam que as transformações nas políticas de formação em saúde, especialmente a partir da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, têm promovido mudanças significativas na organização e no funcionamento das instituições formadoras. Destaca-se, no contexto do Rio Grande do Norte, a reconfiguração do Centro de Formação de Pessoal para os Serviços de Saúde para a Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Norte, refletindo a ampliação das ações formativas e a incorporação de cursos de pós-graduação. Conclui-se que essas reconfigurações contribuíram para a qualificação da força de trabalho e para a melhoria da assistência, embora ainda existam muitos desafios relacionados ao financiamento, às desigualdades regionais e à consolidação das políticas públicas, apresentando-se como limites estruturais na implementação de políticas públicas do SUS.</span></p>2026-09-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Diálogos em Saúde Públicahttps://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/article/view/233Envelhecimento e renovação da força de trabalho dos servidores estaduais do Rio Grande do Norte: uma análise do Censo dos Servidores Ativos da Secretaria Estadual de Administração (SEAD)2026-09-08T16:34:16+00:00César Sebastiãocesarsebastiao@hotmail.comSarah Juliane Nascimento Marreirossarahjuliane16@gmail.comIlana Soares Lamas von Sohstencesarsebastiao@hotmail.com<p>O envelhecimento da força de trabalho representa um desafio estratégico para a gestão de pessoas no setor público, especialmente quanto à renovação dos quadros funcionais e à preservação do conhecimento institucional. Este estudo analisa o envelhecimento e a renovação dos servidores estaduais do Rio Grande do Norte, com base nos dados do Censo dos Servidores Ativos da Secretaria de Estado da Administração (SEAD). A pesquisa possui abordagem quantitativa e descritiva, utilizando variáveis como idade, gênero, escolaridade, data de admissão e tempo de serviço. Os resultados indicam uma força de trabalho envelhecida, com idade média de 59,7 anos e elevada concentração de servidores próximos da aposentadoria. Observa-se também a necessidade de fortalecer políticas de planejamento da força de trabalho, sucessão institucional e gestão do conhecimento para garantir a continuidade dos serviços públicos.</p>2026-09-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Diálogos em Saúde Públicahttps://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/article/view/230Notificações de agravos relacionados ao trabalho no Sinan: análise do período de 2022 a 20262026-09-01T11:12:12+00:00Amanda Lisboa de Araújoamanda.araujo.703@ufrn.edu.brKarylane Raissa de Oliveira Pessoa AraújoKaryaraujo.suvist@gmail.comFernanda de Medeiros Fernandes Dantasfernanda.suvist2023@gmail.comKarla Maria Falcão Limafalcaokarla65@gmail.com<p><strong>Introdução:</strong><span style="font-weight: 400;"> Os agravos relacionados ao trabalho constituem um problema de saúde pública e representam um dos principais objetos de atuação da Vigilância em Saúde do Trabalhador, contribuindo para o monitoramento das condições de saúde da população economicamente ativa. </span><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Caracterizar o perfil epidemiológico dos agravos relacionados ao trabalho notificados no estado do Rio Grande do Norte entre 2022 e 2026. </span><strong>Metodologia:</strong><span style="font-weight: 400;"> Estudo epidemiológico, descritivo, retrospectivo e quantitativo, realizado com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação registrados entre janeiro de 2022 e maio de 2026. Foram analisadas variáveis referentes ao tipo de agravo, região de saúde, sexo, faixa etária, raça/cor e ocupação, utilizando frequências absolutas e relativas. </span><strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> Foram identificadas 32.134 notificações no período analisado, com crescimento progressivo entre 2022 e 2025. Os acidentes de trabalho corresponderam ao agravo mais frequente, seguidos pelos acidentes com exposição a material biológico. A maior concentração de notificações ocorreu na Região Metropolitana de Saúde. Observou-se predominância do sexo masculino, maior ocorrência entre trabalhadores de 20 a 49 anos e destaque para técnicos de enfermagem, trabalhadores da agricultura e pedreiros entre as ocupações mais notificadas. Verificou-se ainda aumento dos transtornos mentais relacionados ao trabalho e fragilidades no preenchimento de algumas variáveis. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> Os resultados evidenciam o fortalecimento das ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador no estado e apontam a necessidade de qualificação contínua da rede notificadora, ampliação das ações preventivas e fortalecimento das estratégias de promoção e proteção da saúde dos trabalhadores.</span></p>2026-10-19T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Diálogos em Saúde Públicahttps://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/article/view/231A IMPORTÂNCIA DA INTEGRAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DOS GESTORES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA NO BRASIL2026-06-16T17:54:35+00:00Waldeise Pereirawal_pereira2012@hotmail.comHavilla Paivahavillapaivavale@hotmail.comAdrielly Costaadriellycosta18@hotmail.comSheila Teodosiosaintclairenf@gmail.com<p>A qualificação profissional dos gestores da Atenção Primária à Saúde no Brasil é fundamental para o fortalecimento do sistema público de saúde, especialmente diante dos desafios relacionados à organização dos serviços e à garantia de uma assistência integral e resolutiva. O presente estudo tem como objetivo analisar, à luz da produção científica recente, a importância da integração entre teoria e prática na formação dos gestores da Atenção Primária à Saúde, identificando desafios, potencialidades e estratégias que contribuam para o aprimoramento da gestão em saúde. Trata-se de uma revisão integrativa qualitativa, realizada nas bases de dados Scientific Electronic Library Online, Biblioteca Virtual em Saúde e Google Acadêmico, com recorte temporal de 2019 a 2023. A busca foi orientada por descritores controlados definidos com base nos Descritores em Ciências da Saúde, combinados por meio do operador booleano AND. A seleção dos estudos seguiu critérios de inclusão e exclusão previamente estabelecidos, e a análise foi conduzida por meio da Análise de Conteúdo na perspectiva da Análise Temática. Os resultados indicam que a integração entre teoria e prática representa um desafio persistente, uma vez que muitos gestores encontram dificuldades para aplicar os conhecimentos teóricos no cotidiano dos serviços. Estratégias como a Educação Permanente em Saúde e o uso de metodologias ativas contribuem para aproximar o saber científico da prática profissional, promovendo uma formação mais crítica, reflexiva e contextualizada. Conclui-se que o investimento em processos formativos abrangentes e articulados ao contexto dos serviços é fundamental para elevar a qualidade da gestão na Atenção Primária.</p> <p><strong> </strong></p> <p> </p>2026-09-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Diálogos em Saúde Públicahttps://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/article/view/220O VER-SUS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CRÍTICA E HUMANIZADA EM SAÚDE2026-05-15T18:15:39+00:00Edinara De OliveiraEDINARA.LINA@GMAIL.COMCarla FreireEDINARA.LINA@GMAIL.COMTaíssa SilvaEDINARA.LINA@GMAIL.COMJessyca RochaEDINARA.LINA@GMAIL.COMAlicia SilvaEDINARA.LINA@GMAIL.COMLuciana MedeirosEDINARA.LINA@GMAIL.COM<p>Desde sua criação, o Sistema Único de Saúde (SUS) estabeleceu como diretriz a formação e qualificação contínua dos profissionais da área da saúde. Nesse contexto, foi instituída a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), fundamentada na aprendizagem significativa e na problematização do cotidiano de trabalho como estratégias de transformação das práticas em saúde. Apesar de sua relevância, a implementação da PNEPS ainda enfrenta desafios relacionados à gestão e à articulação entre ensino e serviço. O campo da Saúde Coletiva tem contribuído para o fortalecimento dessa política, destacando a integração ensino-serviço como caminho essencial para alinhar a formação profissional às demandas reais da população. Entre as iniciativas que concretizam essa proposta, destaca-se o Projeto de Vivências e Estágios na Realidade do SUS (VER-SUS), desenvolvido em parceria com a Rede Unida, que proporciona a estudantes experiências imersivas nos serviços de saúde, promovendo a Educação Interprofissional e o trabalho colaborativo. No Rio Grande do Norte, o VER-SUS integra a Rede Potiguar de Educação Permanente em Saúde, com o apoio da Escola de Saúde Pública do estado, e tem sido realizado em municípios polos, como Santa Cruz. A edição mais recente abordou o tema da Equidade, orientando-se pelo reconhecimento das diversidades e dos determinantes sociais da saúde — como moradia, trabalho, renda, educação e lazer —, reafirmando o compromisso do SUS com a justiça social e o cuidado integral.</p>2026-09-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Diálogos em Saúde Públicahttps://revistadialogos.saude.rn.gov.br/index.php/EPS/article/view/234A ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA COMO DISPOSITIVO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE NO SUS2026-08-19T18:00:01+00:00Maria de Lima Alvesmalimalves11@gmail.comMárcia Cunha da Silva Pellensemarciapellense@gmail.comFlávia Andrea Belarmino de Medeirosflaviamed12@gmail.comMarianne Silva de Azevedomariazevedo1203@gmail.comJacyane Melo de Oliveira Santosjacyane.esprn@gmail.comLucas Martorelli Gondim Luz lucasmartorelliluz@gmail.comHugo Cesar Novais Motahcnmota@gmail.comAlexandar de Brito Barbosaalexandarbarbosa@gmail.comDalvaci Senadalvacisena10@gmail.comCláudia Meloclaudiafrederico7743@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: relatar e analisar a experiência da Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Norte como “escola viva” do Sistema Único de Saúde e dispositivo de Educação Permanente em Saúde. Metodologia: trata-se de um relato de experiência, de natureza qualitativa, fundamentado na sistematização crítica das práticas institucionais desenvolvidas pela Escola no período de 2021 a 2025, à luz dos referenciais da Educação Permanente em Saúde e da Educação Popular em Saúde. Resultados: a experiência evidencia que a instituição se configura como espaço pedagógico vivo ao articular formação, trabalho, comunicação, produção do conhecimento e extensão, por meio de estratégias formativas diversificadas, ações comunicacionais, projetos extensionistas e integração ensino-serviço-comunidade. Conclusão: a Escola de Saúde Pública consolida-se como dispositivo estratégico de EPS ao promover processos educativos contextualizados, participativos e transformadores, contribuindo para a qualificação das práticas em saúde e para o fortalecimento do SUS no âmbito estadual.</span></p>2026-09-21T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Diálogos em Saúde Pública